Terapia Reichiana · Laranjeiras, Rio de Janeiro

Você respira diferente
quando fala sobre o que dói.

A terapia reichiana presta atenção na respiração, na voz, na postura — no que o corpo comunica enquanto você fala. Presencial em Laranjeiras, RJ, ou online, de onde você estiver.

Marcelo Ivanovitch — Terapeuta Reichiano | Terapia Reichiana presencial em Laranjeiras, Rio de Janeiro, e online
CorpoTensões que acumulam no músculo, na respiração, na postura foram necessárias em algum momento — e ficaram depois que o risco passou.
EmoçãoEmoções contidas ficam no tônus, nos reflexos, nos padrões de reação — e disparam antes que você saiba de onde vêm.
EnergiaA vitalidade se mede pela capacidade de sentir sem travar e de se recuperar quando o sistema fecha.
Nem sempre o sofrimento chega com um nome.

O que a terapia trabalha

Cansaço, irritação constante, dificuldade de se relacionar ou a sensação de estar vivendo sempre a mesma história podem ser bons motivos para procurar uma orientação.

1.

Ansiedade e contenção emocional

A tensão que não passa, o sistema que não sabe desligar, a sensação de estar sempre em estado de alerta.

2.

Padrões que se repetem

Reações emocionais e comportamentos que voltam independentemente da vontade.

3.

Relações e vínculos

Dificuldade de intimidade, dependência afetiva, distância emocional.

4.

Corpo e autoimagem

Insegurança, dismorfia, dessensibilização — uma relação difícil com o que você sente ou vê em si mesmo.

5.

Sexualidade

Disfunção sexual, ansiedade de desempenho, baixo desejo, dificuldade de presença ou prazer.

6.

Crises e recomeços

Paralisia diante de escolhas, perda de confiança em si, rupturas e a dificuldade de saber o próximo passo.

Em sessão, a atenção vai além do que você diz.

Como a terapia reichiana trabalha

As defesas emocionais não ficam só na memória — tomam forma no músculo como padrões crônicos de tensão. O que aparece na respiração, na voz ou na postura não é detalhe periférico: é onde o sistema aprendeu a se organizar.

Leitura corporal e fala se combinam em sessão. O trabalho identifica onde esse padrão se instalou e cria condições para que ele perca a rigidez. Não é catarse — é um processo gradual de escuta e integração, sessão a sessão.

Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas

Wilhelm Reich foi um dos discípulos mais importantes de Freud — e um dos primeiros a perceber que só ouvir o paciente não era suficiente. Para Reich, as defesas emocionais não ficam apenas na memória: inscrevem-se no corpo como padrões crônicos de tensão muscular. A terapia reichiana trabalha nessa dimensão — integrando fala e leitura corporal no mesmo processo.

Ler: Wilhelm Reich: o homem que colocou o corpo no centro da psicoterapia →

O ponto de partida é distinto: a sessão não se limita ao que você diz, mas presta atenção em como você diz — na respiração, na voz, na postura. Isso não torna a terapia reichiana melhor do que outras abordagens. Torna-a específica. Com um método próprio e um perfil de processo que faz mais sentido para algumas pessoas do que para outras.

Ler: 5 diferenças entre a Terapia Reichiana e outras abordagens clínicas →

Não há um perfil único. Pessoas que sentem que algo não vai bem mas têm dificuldade de nomear o quê. Que repetem padrões sem entender de onde vêm. Que carregam no corpo o que ainda não conseguiram elaborar em palavras. A entrevista inicial existe exatamente para avaliar se essa é a abordagem certa para o que você está vivendo.

Ler: Terapia Reichiana: o que é, como funciona e para quem é indicada →

Pode acontecer. No trabalho presencial, além dos actings — atividades físicas orientadas sem toque — intervenções musculares são propostas quando fazem sentido clínico, a critério do terapeuta, e dependem do vínculo construído ao longo do processo. Nada é imposto. O toque, quando ocorre, é estritamente muscular — trabalho sobre tensões em regiões como pescoço, ombros, tórax e membros. Qualquer desconforto, físico ou emocional, pode e deve ser comunicado — e isso também faz parte do trabalho.

Ler: Análise do Caráter: como Reich lia o paciente antes de tocá-lo →

Não trabalho com número fixo de sessões. O tempo depende da queixa inicial, do que ela abre ao longo do caminho e do grau de envolvimento do paciente com o processo. O que posso dizer é que terapia não é um serviço de resposta rápida — e que, na maioria das vezes, o que transforma não é chegar ao destino, mas o que acontece no percurso.

Ler: A resistência na terapia: quando algo em nós luta contra a própria cura →

Sim. O trabalho online é viável e tem se mostrado eficaz para a maior parte dos processos. Algumas intervenções corporais dependem do presencial, mas a escuta, a leitura dos padrões e a elaboração verbal funcionam bem à distância — de onde você estiver.

Ler: Terapia Reichiana online: quando funciona e o que depende de você →

Quem é o terapeuta

Marcelo Ivanovitch

Sou carioca, formado pelo Instituto de Formação e Pesquisa Wilhelm Reich (IFP-Reich), no Rio de Janeiro, e atendo desde 2020.

Antes da clínica, passei mais de trinta anos no marketing corporativo. Essa travessia ainda influencia como escuto e como penso junto com quem atendo.

Participo de grupos de discussão sobre masculinidades e já fui colaborador do Papo de Homem. Esse percurso gerou o Coniunctio.

Atendo adultos. Presencial em Laranjeiras/RJ e online. Meu consultório não tem recorte de crença, raça, gênero ou orientação sexual.

Formação & experiência
Formado pelo IFP-Reich, no Rio de Janeiro 30 anos de experiência corporativa Pesquisador sobre masculinidades
O espaço

O consultório

Rua Ipiranga 119 – Laranjeiras – Rio de Janeiro · 5 min a pé da estação de Metrô Flamengo

Sala de atendimentoConsultório
Sala de atendimentoFachada
Sala de atendimentoRecepção
Um projeto sobre masculinidades

Coniunctio

Homens chegam à clínica com queixas que reconhecem — ansiedade, raiva, dificuldade de se relacionar. O que raramente reconhecem é o que está por trás disso.

O Coniunctio é um projeto de pesquisa e escuta voltado para as questões que afligem o homem contemporâneo. Sem diagnóstico prévio sobre o que a masculinidade deve ser.

Um espaço que este homem dificilmente encontra em outro lugar.

Reflexões e estudos

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Você não deixa de ser quem é. Descobre outras maneiras de viver o que sente.

O que pode mudar ao longo do processo

1.

Ansiedade e reatividade

Você começa a reconhecer o que dispara suas reações antes de ser tomado por elas. O sistema nervoso aprende a distinguir ameaça real de ameaça aprendida.

2.

Imagem e competência

As inseguranças ligadas ao que você vale e ao que é capaz não desaparecem por decreto — mas perdem a autoridade que tinham sobre suas decisões.

3.

Relações e isolamento

Relacionar-se exige renunciar ao controle — e nem sempre é fácil distinguir se o que se busca é estar só ou evitar o que vem com o outro.

4.

Crises e recomeços

Crises pessoais ou afetivas pedem um chão interno que o processo ajuda a construir. Não para evitar o que dói, mas para ter mais recursos quando chega.

5.

Paralisia e autonomia

Saber o que precisa fazer e não conseguir dar o próximo passo é uma das queixas mais frequentes na clínica. O trabalho identifica o que trava entre a intenção e o movimento.

6.

Vitalidade e presença

Quando a vida perde o tempero sem que haja uma crise clara, o que falta raramente é informação ou planejamento. É a capacidade de sentir — prazer, desejo, movimento — que o processo gradualmente recupera.

Próximo passo

Chegar até aqui já diz alguma coisa

Não precisa ter certeza. Só precisa de uma entrevista.

A conversa inicial é sem compromisso.