Você respira diferente
quando fala sobre o que dói.
A terapia reichiana presta atenção na respiração, na voz, na postura — no que o corpo comunica enquanto você fala. Presencial em Laranjeiras, RJ, ou online, de onde você estiver.
O que a terapia trabalha
Cansaço, irritação constante, dificuldade de se relacionar ou a sensação de estar vivendo sempre a mesma história podem ser bons motivos para procurar uma orientação.
Ansiedade e contenção emocional
A tensão que não passa, o sistema que não sabe desligar, a sensação de estar sempre em estado de alerta.
Padrões que se repetem
Reações emocionais e comportamentos que voltam independentemente da vontade.
Relações e vínculos
Dificuldade de intimidade, dependência afetiva, distância emocional.
Corpo e autoimagem
Insegurança, dismorfia, dessensibilização — uma relação difícil com o que você sente ou vê em si mesmo.
Sexualidade
Disfunção sexual, ansiedade de desempenho, baixo desejo, dificuldade de presença ou prazer.
Crises e recomeços
Paralisia diante de escolhas, perda de confiança em si, rupturas e a dificuldade de saber o próximo passo.
Como a terapia reichiana trabalha
As defesas emocionais não ficam só na memória — tomam forma no músculo como padrões crônicos de tensão. O que aparece na respiração, na voz ou na postura não é detalhe periférico: é onde o sistema aprendeu a se organizar.
Leitura corporal e fala se combinam em sessão. O trabalho identifica onde esse padrão se instalou e cria condições para que ele perca a rigidez. Não é catarse — é um processo gradual de escuta e integração, sessão a sessão.
Tire suas dúvidas
Wilhelm Reich foi um dos discípulos mais importantes de Freud — e um dos primeiros a perceber que só ouvir o paciente não era suficiente. Para Reich, as defesas emocionais não ficam apenas na memória: inscrevem-se no corpo como padrões crônicos de tensão muscular. A terapia reichiana trabalha nessa dimensão — integrando fala e leitura corporal no mesmo processo.
Ler: Wilhelm Reich: o homem que colocou o corpo no centro da psicoterapia →
O ponto de partida é distinto: a sessão não se limita ao que você diz, mas presta atenção em como você diz — na respiração, na voz, na postura. Isso não torna a terapia reichiana melhor do que outras abordagens. Torna-a específica. Com um método próprio e um perfil de processo que faz mais sentido para algumas pessoas do que para outras.
Ler: 5 diferenças entre a Terapia Reichiana e outras abordagens clínicas →
Não há um perfil único. Pessoas que sentem que algo não vai bem mas têm dificuldade de nomear o quê. Que repetem padrões sem entender de onde vêm. Que carregam no corpo o que ainda não conseguiram elaborar em palavras. A entrevista inicial existe exatamente para avaliar se essa é a abordagem certa para o que você está vivendo.
Ler: Terapia Reichiana: o que é, como funciona e para quem é indicada →
Pode acontecer. No trabalho presencial, além dos actings — atividades físicas orientadas sem toque — intervenções musculares são propostas quando fazem sentido clínico, a critério do terapeuta, e dependem do vínculo construído ao longo do processo. Nada é imposto. O toque, quando ocorre, é estritamente muscular — trabalho sobre tensões em regiões como pescoço, ombros, tórax e membros. Qualquer desconforto, físico ou emocional, pode e deve ser comunicado — e isso também faz parte do trabalho.
Ler: Análise do Caráter: como Reich lia o paciente antes de tocá-lo →
Não trabalho com número fixo de sessões. O tempo depende da queixa inicial, do que ela abre ao longo do caminho e do grau de envolvimento do paciente com o processo. O que posso dizer é que terapia não é um serviço de resposta rápida — e que, na maioria das vezes, o que transforma não é chegar ao destino, mas o que acontece no percurso.
Ler: A resistência na terapia: quando algo em nós luta contra a própria cura →
Sim. O trabalho online é viável e tem se mostrado eficaz para a maior parte dos processos. Algumas intervenções corporais dependem do presencial, mas a escuta, a leitura dos padrões e a elaboração verbal funcionam bem à distância — de onde você estiver.
Ler: Terapia Reichiana online: quando funciona e o que depende de você →
Marcelo Ivanovitch
Sou carioca, formado pelo Instituto de Formação e Pesquisa Wilhelm Reich (IFP-Reich), no Rio de Janeiro, e atendo desde 2020.
Antes da clínica, passei mais de trinta anos no marketing corporativo. Essa travessia ainda influencia como escuto e como penso junto com quem atendo.
Participo de grupos de discussão sobre masculinidades e já fui colaborador do Papo de Homem. Esse percurso gerou o Coniunctio.
Atendo adultos. Presencial em Laranjeiras/RJ e online. Meu consultório não tem recorte de crença, raça, gênero ou orientação sexual.
O consultório
Rua Ipiranga 119 – Laranjeiras – Rio de Janeiro · 5 min a pé da estação de Metrô Flamengo
Coniunctio
Homens chegam à clínica com queixas que reconhecem — ansiedade, raiva, dificuldade de se relacionar. O que raramente reconhecem é o que está por trás disso.
O Coniunctio é um projeto de pesquisa e escuta voltado para as questões que afligem o homem contemporâneo. Sem diagnóstico prévio sobre o que a masculinidade deve ser.
Um espaço que este homem dificilmente encontra em outro lugar.
Artigos recentes
Carregando artigos...
O que pode mudar ao longo do processo
Ansiedade e reatividade
Você começa a reconhecer o que dispara suas reações antes de ser tomado por elas. O sistema nervoso aprende a distinguir ameaça real de ameaça aprendida.
Imagem e competência
As inseguranças ligadas ao que você vale e ao que é capaz não desaparecem por decreto — mas perdem a autoridade que tinham sobre suas decisões.
Relações e isolamento
Relacionar-se exige renunciar ao controle — e nem sempre é fácil distinguir se o que se busca é estar só ou evitar o que vem com o outro.
Crises e recomeços
Crises pessoais ou afetivas pedem um chão interno que o processo ajuda a construir. Não para evitar o que dói, mas para ter mais recursos quando chega.
Paralisia e autonomia
Saber o que precisa fazer e não conseguir dar o próximo passo é uma das queixas mais frequentes na clínica. O trabalho identifica o que trava entre a intenção e o movimento.
Vitalidade e presença
Quando a vida perde o tempero sem que haja uma crise clara, o que falta raramente é informação ou planejamento. É a capacidade de sentir — prazer, desejo, movimento — que o processo gradualmente recupera.